Biodigestores e a Geração de Energia Limpa

Biodigestores e a Geração de Energia Limpa

Com o passar dos anos e a globalização, fez-se necessária o amparo de leis que buscassem a preservação do meio ambiente. Estas além de ter o objetivo de defender, também visavam à criação de uma educação ambiental. Passando-se assim a obter uma dedicada atenção voltada para o descarte de determinados produtos e emissão altas de gases considerados nocivos. Para conscientizar sobre os prejuízos ambientais, criou-se o conceito de Energia Verde. Sendo uma energia proveniente de recursos renováveis, diminuindo assim os índices de poluição e podendo proporcionar aos seus usuários autonomia energética.

A produção de proteínas na forma de carne, leite e ovos tem um custo caro principalmente quando se refere a ração para os animais, mas também há uma implicação ambiental muito grande. Uma vez que, nem tudo que os animais consomem é transformado em proteínas. Assim, as quantidades de dejetos produzidos é um problema para ao ambiente, já que detritos são uma fonte extraordinária de gás metano, que poluem a atmosfera com uma intensidade de 20 vezes maior que o gás carbônico. Diante disso, um caminho para enfrentar este problema de forma sustentável e lucrativa é o uso do biodigestor.

O Brasil tem uma das maiores extensões de criação de animais do mundo, obtendo uma significativa produtividade. Porém, a quantidade de dejetos produzidos quando não tratados adequadamente podem trazer prejuízos ao meio ambiente como a contaminação do solo, infiltração destes elementos até o lençol freático ocasionando contaminação dos recursos hídricos e interferem diretamente no efeito estufa e aquecimento global. Diante disso, a busca pela energia limpa tem impulsionado o biogás, fazendo dos biodigestores uma tecnologia forte para o mercado. Além de poder constituir uma fundamental fonte de energia e ao mesmo tempo contribuir para o meio ambiente. O Brasil tem visto esta matriz como um setor estratégico de interesse do Governo Federal.

O biodigestor consiste em um equipamento fechado, que deve ser alimentado com a matéria orgânica e água, deixando uma porcentagem do aparelho livre para acumulação dos gases. Basicamente este processo consiste em uma série de microrganismos (bactérias) que na ausência de oxigênio quebram as moléculas orgânicas produzindo assim gases como o metano, o gás carbônico, e em menores concentrações ocorre à geração de sulfeto de hidrogênio, vapor d’água, hidrogênio, entre outros. Vale destacar que a composição dos gases que compõem o biogás depende da matéria orgânica que sofrerá a decomposição e do meio onde isto acontecerá. Como resultado desta etapa pode-se obter o biogás e o biofertilizante. Este último é um excelente adubo natural devido sua composição rica em nutriente e húmus.

 

Já o biogás se configura no novo cenário mundial como uma fonte alternativa de energia que se alinha com a conservação do meio ambiente. Sendo uma energia renovável descentralizada com inúmeros benefícios econômicos. Depois de tratado este produto pode ser comercializado como fonte de calor para processos em indústrias, para geração de energia em empresas menores e fazendas, entre outros benefícios.

Segundo a Embrapa, o uso de biogás está em fase de expansão no setor agrícola, obtendo cada vez mais retornos financeiros mais positivos. Na agropecuária brasileira os produtores de suínos são os que mais investem neste ramo. O Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás (CIBiogás), demonstra por meio de levantamentos que a utilização de biodigestores já corresponde a 14% do biogás nacional.

Achou interessante o uso de Energia Verde e a utilização de biodigestores? Gostaria de diminuir o impacto negativo causado pelo uso de energias não renováveis, e ao mesmo tempo investir em um projeto de eficiência rentável e que permita o retorno do capital investido em um período curto de tempo? Nós da Inova Jr. Podemos te auxiliar! Entre em contato conosco, estaremos à disposição para ajudá-los.

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